Em tempos de pandemia e de economia desestabilizada, diversas pessoas buscaram meios de revolucionar a forma como ganham e administram seu dinheiro, e entre essas pessoas, ouso dizer que sou um deles.
Partindo dessa ideia, resolvi me aventurar no mundo dos investimentos em ações e após iniciar minha aventura sem nenhum prévio conhecimento, percebi que era necessário estudar um pouco mais sobre o assunto e daí surgiu a ideia de pesquisar sobre os livros que os maiores investidores sugerem para leitura e um dos livros mais indicados foi o homem mais rico da babilônia.
Basicamente é um livro de leitura rápida e simples, digamos assim, pois tem sua história elaborada em cima de parábolas que mostram como os homens bem sucedidos da Babilônia lidavam com seu dinheiro.
O que achei bastante interessante é que o autor a princípio não era um economista em seu sentido único, mas sim um homem comum que chegou até mesmo a servir o exército e passou a redigir panfletos instrutivos com dicas financeiras e desses panfletos o mais famoso se tornou o livro. Isso prova por si só, que qualquer pessoa pode ser economista partindo simplesmente da administração de suas próprias finanças.
O livro em si é ao meu ver uma introdução básica ao pequeno investidor ou até mesmo ao pequeno economista, não tendo ao meu ver nenhuma conotação extremamente técnica ou de difícil compreensão, mas sem sombra de dúvidas ensina os pontos cruciais para o controle da vida financeira e assim sendo, já concluindo, quero deixar aqui como o DESTAQUE DO LIVRO e também como um pequeno grande spoiler, as cinco leis do ouro adaptadas de forma simplória por mim mesmo para a realidade atual:
- O dinheiro "vem mais fácil" para qualquer pessoa que consiga guardar pelo menos 1/10 de seus ganhos mensais pensando no seu futuro e de sua família;
- O dinheiro se multiplica para o homem que consegue empregá-lo de forma lucrativa e prudente;
- O dinheiro gosta e se mantem nas mãos daqueles que o manuseiam de forma cautelosa e fundamentada no conhecimento;
- O dinheiro foge daqueles que o investem em objetivos dos quais não conhecem ou que não são aprovados por aqueles que o conhecem;
- O dinheiro escapa daquele que se arrisca em investimentos fáceis com retornos impossíveis ou que o investe de forma romântica (inconsequente).
Comentários
Postar um comentário